quinta-feira, 25 de julho de 2013

Back to hell...

Banco marrom, daqueles desconfortáveis demais para se acomodar e ler um livro. Na minha frente uma grade pintada de verde, que não segura o vento gelado que vem em minha direção.
                       Onde eu estou?
Um barulho ensurdecedor me avisa que já são seis horas. Tento achar um rosto conhecido, um rosto amigo em meio as poucas pessoas que passam aqui. Ninguém.
Continuo sentada no banco marrom, agora abraçada com um clássico de Górki.
Realmente, desejaria estar longe daqui...

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